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Mercado Imobiliário Mantém Reação Positiva E Cresce No Segundo Trimestre

06 SET

O lançamento de novas unidades e as vendas do mercado imobiliário brasileiro voltaram a crescer no segundo trimestre de 2017. Esse é o principal resultado da segunda rodada do estudo Indicadores Nacionais do Mercado Imobiliário, apresentado, na última quarta-feira (30), pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). No período, o volume de imóveis novos cresceu 59,8% e as vendas aumentaram 17,4%. “O mercado oferece muitas oportunidades e as pessoas voltaram a buscar o sonho da casa própria”, avalia José Carlos Martins, presidente da CBIC.

“O destaque no trimestre continua sendo a predominância dos lançamentos e venda dos imóveis de dois dormitórios, com 74% e 65% respectivamente, indicando uma presença muito forte do produto econômico no país”, avalia o economista Celso Luiz Petrucci, presidente da Comissão da Indústria Imobiliária (CII) da CBIC e coordenador desse projeto. Ele destaca que as vendas no primeiro semestre superaram em 41,2% os lançamentos no período, com 17.135 unidades a mais vendidas. Esse movimento, entretanto, não é suficiente para recuperar o desempenho do mercado, quando comparado com o primeiro semestre de 2016: o primeiro semestre de 2017 ainda apresenta queda, tanto em vendas como em lançamentos em 5,1 e 21,6%, respectivamente.

Formulado pela CBIC em correalização com o SENAI Nacional, o estudo Indicadores Nacionais do Mercado Imobiliário é trimestral e mapeou a atividade do setor em 18 localidades, oferecendo um panorama nacional desse mercado. As amostras da pesquisa são colhidas e avaliadas com a mesma metodologia, o que confere consistência aos dados. A primeira rodada foi apresentada nos primeiros dias de maio, já sinalizando a reação do setor.

A segunda rodada registra queda de 3,5% na oferta final de imóveis para venda e um desempenho desigual entre as diversas regiões brasileiras. Para o presidente da CBIC, a queda nos preços, gerada pela crise econômica, torna 2017 um bom ano para a aquisição ou troca de imóveis. “Os estoques estão caindo e a tendência é que falte produto no futuro”, diz Martins.

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Rio 2016: Quais os benefícios econômicos dos Jogos Olímpicos para o país?

17 AGO

Com os Jogos Olímpicos presente neste ano, as pessoas ficam pensando como será que a economia do nosso país ficará depois que ela terminar, dado que vínhamos de uma crise econômica forte que se estabeleceu final de 2014 para 2015 e ainda persiste.
A agência internacional que classifica riscos, Moody’s divulgou no começo deste ano uma nota a qual avaliava os efeitos que as Olimpíadas iriam deixar em nosso país. Segundo a agência, os jogos deixarão melhorias duradouras em sua infraestrutura assim como o aumento temporário de arrecadação de impostos, mas, não será o suficiente para tirar o Brasil da recessão econômica que vem enfrentando.
Uma conta feita pela agência aponta que as Olimpíadas do Rio geraram cerca de R$ 25 bilhões em investimentos na infraestrutura da região que está acontecendo os jogos. Sendo assim, resultarão em melhorias de longo prazo nos transportes e mobilidade urbana da cidade. Novas linhas de metrô surgirão que vai ligar as zonas principais da cidade.
Outra análise feita foi a quantidade de pessoas que virão ao Brasil nesta época. O número estimado passa dos 350 mil pessoas, o que gera um impacto positivo – mesmo que por um curto prazo – e uma boa arrecadação de impostos para a cidade, logo para o país.
Agora, o que nos resta é curtir os jogos, aproveitar para torcer por nosso país e principalmente ficar acompanhando como estes impostos e lucros serão revertidos para os benefícios do país para que possamos sair da crise da melhor maneira.

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